Receba Novidades do Blog em seu e-mail

Totus

sábado, 28 de dezembro de 2013

Curso "Guia Prático para Aprovação em Concursos Públicos"

No primeiro semestre de 2014, ministrarei gratuitamente o curso "Guia Prático para Aprovação em Concursos Públicos" em várias cidades do DF. Além do relevante serviço à sociedade e, em especial, aos concurseiros, pretendo com essa ação divulgar a Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon e também os trabalhos que desenvolvo na área de concursos públicos. 

Dentre outros, serão tratados os seguintes temas: como estimar o conhecimento das matérias; quais critérios devem ser utilizados para distribuir o tempo de estudo; dicas para organizar o quadro semanal de estudos; como equilibrar o tempo entre revisão teórica, resolução de questões e leitura das normas; como selecionar o material de estudo; como se preparar para a prova discursiva.

Na Asa Norte, o curso foi realizado no dia dia 25 de janeiro. É provável que eu marque outra data para a região. 

A próxima cidade a receber o curso é Sobradinho, no dia 01/02. Depois, no dia 08/02, ministrarei o curso em Taguatinga. As inscrições definitivas para esses locais já estão abertas (clique aqui para fazer a inscrição).  

O formulário a seguir é para que você faça a sua pré-inscrição. A depender da demanda, marcarei outros locais. Mesmo que você faça opção por um determinado local, se o curso for marcado para outro local, você será informado e poderá fazer a inscrição definitiva. Se você fizer sua inscrição utilizando o formulário do link acima, não precisa fazer a pré-inscrição.  

Faça a sua pré-inscrição no formulário a seguir.  

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Mais amor em 2014

2014 está à porta! Eu gostaria de mandar mensagens individuais a cada um dos meus amigos e leitores do blog e aproveitar a oportunidade para atualizar o papo. Até comecei a fazer isso no Facebook. Conversei com mais de 250 pessoas. Foi muito legal. Por exemplo, um dia desses conversei com uma colega do nível médio. Ela tinha uma fotografia da nossa turma. Foi só compartilhar a imagem que apareceram vários colegas e professores. Não sei como, mas apareceram. E como foi bom saber as notícias daquelas pessoas que viveram junto comigo numa fase tão importante da minha vida. 

Entretanto, num mundo tão massificado, o Facebook desconfia, mesmo quando você envia mensagens individualizadas aos seus próprios amigos. O algoritmo do Facebook assinou minha sentença: bloqueio! Só poderia ser um robô alguém que falasse com tanta gente ao mesmo tempo. Mas não era! Era eu! Sem ressentimentos com o Facebook...

Quero pedir licença aos meus amigos que são ateus, para fazer uma consideração cristã. Quando perguntaram a Jesus quais seriam os mandamentos mais importantes, ele respondeu o seguinte: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: Ame o seu próximo como a si mesmo" (Mateus 22:37-39). Em um outro texto, a Bíblia ensina "Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?" (1 João 4:20). 

Nestes meus dias de vida, que já não são poucos (hoje completo 13.769 dias), tenho entendido a mensagem de Jesus (esse mesmo cujo nascimento comemoramos no natal), de que o sentido da vida está em reconhecer a existência de alguém infinitamente superior, a quem chamamos de Deus, que criou tudo que há. Não falo das instituições religiosas. Refiro-me a Deus. E a segunda coisa mais importante é amar as pessoas, começando por nossas famílias, mas não se restringindo a elas. Sabe... o amor, sentimento que, assim como o da felicidade, não está em leis? O Estado não pode dar uma bolsa amor, não pode dar uma bolsa felicidade, pois há certas coisas, certos valores, que só se revelam quando estendemos as mãos uns aos outros, na perspectiva mais humana e menos institucionalizada possível. 

Acho muito interessante, no ensino bíblico, que o amor a Deus implica amor ao próximo. Mas não o contrário. Por isso, aos meus queridos amigos ateus, eu digo que ninguém pode obrigar que amem a Deus. Mas amar ao próximo, compreender que a própria existência só faz sentido quando o outro está presente, que o bem-estar próprio é melhor quando o bem-estar médio de todos os outros seres, humanos ou não, também é melhor, que estamos todos num mesmo barco, que a violência que um sofre todos nós sofremos, que a dor que um sofre todos nós devíamos sofrer, sem isso tudo, independentemente de acreditarmos ou não em Deus, não avançaremos em nada na busca por um mundo melhor e mais justo para nós e para as futuras gerações. Amar a Deus é para quem acredita em Deus. Amar ao próximo é para todos nós. 

Mudando o assunto, no mundo dos concursos públicos, como Presidente da Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon, continuarei firme na luta por uma lei dos concursos (já conseguimos aprovação no Senado e agora o projeto tramita na Câmara) e também pela redução do número de cargos comissionados. Conto com a sua ajuda!

Enfim, com toda a sinceridade, queria abraçar a cada um ou ao menos enviar uma mensagem individual e atualizar o papo... Desejo a todos um feliz natal e um 2014 cheio de amor, que anestesia a vida. Que o Brasil da Copa seja também um país melhor para cada um de nós. Grande abraço a cada amigo e amiga!

Guto Bello
https://www.facebook.com/guto.bello

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cotas Raciais em Concursos

A Presidente Dilma Rousseff apresentou ao Congresso Nacional projeto de lei que cria cota de 20% para negros (pretos e pardos) em concursos públicos (PL 6.738/13). Neste artigo, faço alguns comentários sobre argumentos que fundamentam o meu posicionamento contrário ao projeto. 
Meu ponto de partida são as seguintes premissas: 1) o racismo ainda existe no Brasil; 2) provoca desigualdade social; 3) não podemos admiti-lo em quaisquer de suas formas e 4) há uma dívida histórica do Estado ou do povo brasileiro para com a população negra. 
Tenho observado que os favoráveis à política das cotas raciais em concursos fundamentam-se essencialmente no problema e não demonstram o porquê da solução proposta, nem como a sua implementação poderia ser feita de forma a que não se cometam injustiças. Sempre que se pergunta a quem é favorável às cotas quais as suas razões, em suma, ele apresentará os pontos acima.
Mas será que as cotas raciais em concursos públicos provocarão a diminuição do racismo ainda existente? Será que elas resolverão o problema da desigualdade social? Será que, de fato, a dívida histórica que se alega existir será paga com essa política?
De acordo com enquete feita pela Câmara dos Deputados (http://bit.ly/184yDqs), 89% da população tem se posicionado contra a proposta (resultado em 26/11/13). Isso quer dizer que mesmo a maioria da população negra não concorda com as cotas raciais em concursos. Um projeto que tenha rejeição tão ampla, até mesmo por aqueles que seriam seus beneficiários, merece, no mínimo, a realização de um debate franco, respeitoso e corajoso pelo parlamento.
O Brasil é um país mestiço. Não há brasileiro com genética puramente européia, africana, índígena ou amarela. Adotado o critério da ascendência (ou genótipo), todo brasileiro teria direito às cotas. Adotado o critério do fenótipo (da aparência simplesmente), filhos de mesmos pais poderiam ser classificados de forma diferente, o que seria injusto. O projeto não define o critério. Seja qual for, as cotas criarão mais problemas e injustiças que benefícios.
Se há uma dívida histórica para com a população negra, toda a sociedade deve ser responsabilizada por isso e não apenas aquelas pessoas que fazem concursos. Há políticas cujos custos são arcados por toda a sociedade. Isso é o que acontece, por exemplo, quando o governo oferece bolsas de estudo a pessoas negras para que se preparem para o concurso de diplomata. Veja que toda a sociedade arca com esses custos. As cotas, entretanto, restringem direitos de um grupo pequeno (aqueles que fazem concursos e são não negros) enquanto ampliam direitos de outro grupo. 
A geração de brancos atual não pode ser responsabilizada pelo que fizeram as gerações anteriores, até porque, como os brasileiros são mestiços, não há uma linha clara que una as gerações atuais desta ou daquela cor às gerações anteriores. Em outras palavras, um branco de hoje, segundo o critério do fenótipo, pode ter ascendência negra e vice-versa.
São princípios que fundamentam o concurso público: a meritocracia, a isonomia e a eficiência do Estado. O critério racial enfraqueceria a aplicação desses princípios.
O concurso público fundamenta-se na meritocracia. A sociedade não quer profissionais desta ou daquela cor. Ela quer os melhores profissionais, independentemente de cor. Cargo público não é título de nobreza a ser distribuído de acordo com quaisquer critérios. No concurso público deve prevalecer o mérito.
O projeto é inconstitucional, pois fere o princípio da eficiência da administração pública. Se os mais bem preparados serão preteridos, é lógico que o serviço a ser prestado pelos escolhidos segundo outros critérios tende a ter qualidade inferior. A medida também é desproporcional, na medida em que não foi proposta também para os cargos em comissão. Ela também cria mais uma ressalva ao princípio da acessibilidade aos cargos públicos, quando a Constituição só prevê uma: a cota para pessoas com deficência.
Os negros já possuem cotas para ingresso no ensino superior. É de se esperar que, depois de concluída a faculdade, eles estejam tão preparados quanto os brancos. Assim, as cotas em concursos, pelo menos no que diz respeito aos cargos que exigem graduação, deixariam de ser ação afirmativa e passariam a ser privilégio para determinado grupo, o que feriria o princípio da isonomia.
A autodeclaração prevista no projeto não coaduna com os critérios objetivos que devem pautar os concursos públicos. Isso abrirá espaço para oportunistas e ampliará a judicialização dos concursos. Com efeito, muitos buscarão o judiciário e, com base no critério do genótipo, conseguirão assumir as vagas reservadas aos negros, mesmo que, pelo critério do fenótipo, não sejam negros. É o caso da pessoa branca filha de pessoa negra. É óbvio que ela tem genética de negros e isso será o suficiente para convencer muitos juízes. Digo isso porque os defensores das cotas defendem o critério do fenótipo, pois quem sofre racismo não é o branco filho de negro e sim o negro, independentemente da ascendência. As bancas vão tentar aplicar o critério do fenótipo, mas muita gente vai invocar o critério do genótipo. 
A confirmação da cor por terceiros (também prevista implicitamente no projeto) provocará a criação de tribunais raciais no país, para distinguir quem é negro de quem é branco. 
As notas de corte em concursos cujos editais não estabeleçam nota mínima (e não há lei que obrigue a que se estabeleça) poderão ser muito baixas para cotistas. Será possível que pessoas ingressem no serviço público com nota de 20% ou até muito inferiores.
De acordo com informações do Governo, em 2004, 22% dos servidores públicos federais eram negros. Em 2013, esse percentual passou a 30%. Note-se que houve uma evolução de 8% em 10 anos. Se essa tendência continuar, num espaço de 20 anos, o percentual estará muito próximo daquele se observa na população. Se a intenção é acelerar o processo, faz-se necessário maior investimento em educação, pois só assim, de fato, serão reduzidas as desigualdades sociais no Brasil.  
Até 20% das vagas já podem ser reservadas às pessoas com deficiência. Se aprovado o projeto das cotas raciais, 40% das vagas poderão ser reservadas em concursos para pessoas com deficiência e para negros. Isso é desproporcional e muito injusto. As pessoas não negras e pobres enfrentarão dificuldades ainda maiores para alcançar espaço no setor público. O projeto amplia direitos para uns e os restringe para outros.
As cotas raciais em concursos públicos em nada contribuem para a diminuição do racismo. Enquanto o estado obrigar as pessoas a assumirem esta ou aquela cor, o racismo, ao invés de ser evitado, será reavivado culturalmente. Os negros que entrarem no serviço público e os que já estão poderão sofrer discriminação pelos próprios colegas e também pelo cidadão. A pessoa negra que está no serviço público hoje sujeitou-se a concurso público da mesma forma que qualquer pessoa. Se ela sofre alguma discriminação, é discriminação meramente por conta da cor, o que será sempre um absurdo sempre. Com as cotas isso não será assim, essas pessoas além de sofrerem o racismo que porventura já exista, podem ser discriminadas porque tiveram um acesso facilitado aos cargos públicos. Esse ambiente certamente incitará ainda mais o racismo. 
Tive notícia de que o governo já está pedindo aos servidores públicos que informem suas cores no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos - Siape. Isso é lamentável. 
As cotas raciais não resolvem e não contribuem para a redução da desigualdade social. Em primeiro lugar, há fatores tão ou mais importantes que levam à desigualdade social. Em segundo lugar, os maiores beneficiários da proposta serão os negros com maior renda. Aqueles que estudaram em boas escolas e que tiveram um bom suporte familiar.  
As cotas raciais não pagarão a suposta dívida histórica do Estado e do povo brasileiro para com a população negra. Se, como já defendemos, o racismo pode aumentar e a desigualdade social em nada será afetada, essa dívida histórica não será paga pela medida proposta. Só há uma maneira de se resolver a desigualdade social no país, seja ela decorrente de racismo ou de qualquer outra coisa: forte investimento em educação. Os defensores das cotas dirão que isso é solução de longo prazo, que precisam de algo no curto prazo. Não discordo. É preciso fazer algo no curto prazo também. Mas não como o governo está propondo. 

Guto Bello é Presidente da Associação Nacional dos Concurseiros, estatístico, advogado, Consultor Legislativo do Senado Federal e coach em concursos públicos. www.facebook.com/gutobello (61) 8173-6373

sexta-feira, 22 de novembro de 2013


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Concurso da Polícia Federal

Foi publicado hoje edital de novo concurso para a Polícia Federal. O concurso abre vagas para graduados em curso superior (administrador, arquivista, assistente social, contador, engenheiro civil, engenheiro eletricista, engenheiro mecânico, psicólogo), com remuneração de até R$ 4.510,72, e para quem tem nível médio (agente administrativo), com remuneração de até R$ 3.635,17. As provas serão no dia 16 de fevereiro de 2014. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Curso para Consultor da Câmara

Em breve será publicado o edital para o concurso da Câmara. A Andacon fechou parceria com a BVP Consultoria e Capacitação, que oferecerá curso presencial voltado para os candidatos aos cargos de consultor e, em especial, ao de consultor na área de orçamentos. Os professores que darão as aulas são consultores. Associados da Andacon terão 5% de desconto nas mensalidades. Para se filiar à Andacon, visite www.andacon.org.br/associar.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Nota da Andacon sobre cotas raciais em concursos públicos

Conforme amplamente noticiado pela mídia, a Presidente Dilma encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei que cria reserva de 20% das vagas em concursos públicos para negros. Até o momento, o texto do projeto não foi publicado nos sites da Presidência da República ou da Câmara dos Deputados. Em suma, a Associação Nacional dos Concurseiros – Andacon posiciona-se contra o projeto pelas razões a seguir.

Cotas raciais em concursos públicos ferem a Constituição da República. A reserva de vagas para pessoas com deficiência foi estabelecida pela Constituição, segundo a qual, a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão (CF, art. 37, VIII). Não há qualquer outro tipo de reserva com previsão constitucional. Então, seria necessário propor uma emenda à Constituição. Ainda assim, seria possível questionar se as cotas raciais, a pretexto de provocarem uma igualdade material, não provocariam desequilíbrios, ferindo frontalmente o princípio da isonomia e o da eficiência, basilares da administração pública e, em especial, dos concursos públicos. Enfatize-se que não é possível que uma lei ordinária estabeleça outra ressalva ao texto constitucional, ainda que com a justificativa de que visa ampliação de direitos, pois não são os concurseiros de qualquer outra cor que devem pagar a conta da dívida histórica com a população negra. Essa conta deve ser paga por toda a sociedade, por meio do Estado, com educação pública de qualidade.

O negro, ao concluir o nível médio ou o superior, cumpre requisito legal para ocupar cargo público, a depender, claro, do nível exigido. Ora, os negros hoje têm cota para ingressar nas faculdades. Supor que, ao concluir o ensino superior, eles ainda tenham direito a cota no serviço público, seria menosprezar a possibilidade de eles intelectualmente vencerem, ao longo do curso superior, as diferenças que porventura existam em relação aos outros. Quanto aos concursos que exigem nível médio apenas, a situação é um pouco diferente. É que o negro, na maioria das vezes, estudante de escola pública, embora receba do estado o certificado de conclusão do nível médio, na verdade, por ser o ensino tão ruim e a escola tão fraca, não consegue concorrer em pé de igualdade com outros que tenham estudado em escolas melhores. Então, com a criação da cota racial, o Estado está atestando sua incapacidade de oferecer um ensino médio de qualidade, pois, caso contrário, isso não seria necessário e, no que tange às políticas voltadas para o ensino superior, está assumindo que os resultados delas não são tão interessantes quanto propagandeiam seus defensores.

Ainda que fosse possível admitir a política de cotas raciais para concursos de nível médio, o critério da cor deveria ser objetivo, o que é impossível devido ao alto grau de miscigenação da população brasileira. Mesmo para aferir deficiências físicas, o que, em tese, seria mais objetivo, encontra-se grande dificuldade. Isso tem contribuído em muito para a constante judicialização dos concursos públicos. Se a inscrição no concurso se basear numa simples autodeclaração, permitindo, por exemplo, que um branco declare-se pardo, os terceiros que se julgarem prejudicados recorrerão ao Judiciário.

O projeto exclui pessoas de baixa renda que não sejam negras, que, por razões as mais diversas, também precisariam de ações afirmativas. O negro rico concorrerá às vagas reservadas. O branco pobre não. É evidente que há uma distorção na proposta. Melhor seria uma cota social.     

A cota de 5% para pessoas com deficiência, normalmente fixada nos editais, já é o suficiente para fazer com que a nota de corte (nota a partir da qual alguém consegue aprovação), para esse grupo de pessoas, seja muito inferior à nota de corte da lista geral. É possível verificar isso em qualquer concurso. O PLS 74/2010 (Lei Geral dos Concursos), recentemente aprovado no Senado e que agora tramita na Câmara, fixa 10% como limite mínimo e 20% como limite máximo. A Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon posicionou-se contra os percentuais estabelecidos, pois a entidade entende que os 5% utilizados de praxe já são o bastante para o objetivo da política, que é integrar pessoas com deficiência ao mercado de trabalho. As cotas raciais, se concretizadas, terão a mesma característica. Com uma diferença, a reserva de 20% praticamente fará com que o concurso perca o caráter concorrencial. Ou seja, bastará ao negro tirar a nota mínima para conquistar o cargo. Isso não é direito. É privilégio. Se os 20% possíveis para as pessoas com deficiência forem somados com os 20% possíveis para os negros, então é possível ter 40% dos servidores entrando no serviço público, não por meio de um concurso, mas por meio de um teste de aptidão mínima, tal como é o Exame da Ordem dos Advogados.

Por essas razões, dentre muitas outras que poderiam ser arroladas, a Associação Nacional dos Concurseiros posiciona-se contra cotas raciais em concursos públicos. 

Guto Bello
Presidente da Associação Nacional dos Concurseiros

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Andacon e MMC pedem aprovação de lei


O Presidente da Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon, Guto Bello, e o Coordenador do Movimento pela Moralização dos Concursos - MMC, Wilson Granjeiro, estiveram em reunião com o Deputado Paes Landim, relator da Lei Geral dos Concursos Públicos (PL 252/2003), na CCJ da Câmara dos Deputados. 

O objetivo da reunião foi pedir ao Deputado a aprovação do texto do PL 6.004/2013 (apensado ao PL 252/2003), que corresponde ao PLS 74/2010, recentemente aprovado no Senado Federal. O PLS 74/2010 foi  fruto de uma sugestão do Movimento pela Moralização dos Concursos. No Senado Federal, o projeto foi amplamente debatido, inclusive com realização de audiência  na Comissão de Constituição e Justiça. O Governo também concordou com a aprovação do texto.

Guto Bello, Wilson Granjeiro e Paes Landim

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Petição Pública pela aprovação da Lei Geral dos Concursos Públicos na Câmara dos Deputados



Há mais de uma década tramitam no Congresso Nacional diversas propostas legislativas que pretendem regulamentar os concursos públicos. Foi aprovado no Senado Federal o PLS 74/2010, de autoria do Sen. Marconi Perillo. O projeto, relatado pelo Sen. Rodrigo Rollemberg, foi amplamente debatido na CCJ do Senado Federal. A Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon, o Movimento pela Moralização dos Concursos - MMC, a Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos - Anpac, representantes das bancas examinadoras e dos cursos preparatórios participaram de audiência pública na Comissão em que o projeto foi analisado. O Projeto aprovado é fruto de um amplo entendimento entre os segmentos mais diretamente relacionados aos concursos públicos, o Parlamento e o Governo. 

Aprovado no Senado, o PLS 74/2010 foi encaminhado à Câmara dos Deputados (PL 6004/2013), onde foi apensado ao PL 252/2003, que tramita na CCJ do Câmara e tem como relator o Deputado Paes Landim. Se o texto do PL 6004/2013 for aprovado na Câmara seguirá diretamente para sanção presidencial. Se for aprovado um outro texto, o projeto retornará ao Senado. 

Portanto, o que se deseja com a petição pública é que o Deputado Paes Landim e, posteriormente, a CCJ da Câmara e o Plenário da Casa aprovem o texto do PL 6004/2013, conforme aprovado no Senado Federal, por representar um acordo que visa à moralização dos concursos públicos e ao fortalecimento da isonomia nos certames, evitando assim abusos decorrentes da falta de uma norma regulamentadora. Com isso ganhará a sociedade brasileira, que terá nos quadros do setor público profissionais altamente capacitados.

Guto Bello

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Palestra virtual "Como organizar os estudos para concursos"

No dia 27 de outubro (domingo), das 14h às 17h, vou ministrar uma palestra virtual sobre como organizar os estudos para concursos. Dentre outros, tratarei dos seguintes temas: como estimar o conhecimento das matérias; quais critérios devem ser utilizados para distribuir o tempo de estudo; dicas para organizar o quadro semanal de estudos; como equilibrar o tempo entre revisão teórica, resolução de questões e leitura das normas; como selecionar o material de estudo; como se preparar para a prova discursiva. 

A palestra será para filiados à Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon. A filiação pode ser feita no site da entidade. Faça a sua inscrição para a palestra virtual clicando aqui

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Filiação ao PSB

Em 2010 eu fui candidato a deputado distrital pelo Partido Verde. A presença de Marina Silva na disputa pela Presidência estimulou-me a também participar do processo eleitoral. Tive 1.771 votos. 

Recentemente fui pessoalmente convidado pelo Sen. Rodrigo Rollemberg para filiar-me ao PSB e oferecer meu nome para distrital. Como já previa que a Rede não conseguiria o registro, entendi que o melhor caminho seria aceitar o convite. Considerando a minha militância na área de concursos públicos e o trabalho sério que o Rollemberg tem feito pela aprovação de uma lei nacional dos concursos, filiei-me ao PSB. 

Com Marina fora da disputa, Eduardo Campos passa a ser o melhor nome por uma terceira via. O PSDB já governou. Aécio Neves teve fraca atuação na oposição ao Governo atual. PT já governou, com todas as suas contradições. Alternância no poder faz bem à democracia. É hora de elegermos alguém diferente. Por isso, vou de PSB no DF e no Brasil. Rollemberg Governador. Eduardo Campos Presidente.

Guto Bello

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

As três dimensões do estudo para concursos

Normalmente os concurseiros erram naquilo que é óbvio. Por isso, nunca é demais repetir algumas obviedades. A preparação para concursos envolve três dimensões: estudo teórico (ou revisão teórica), resolução de questões e leituras das normas (no caso de disciplinas jurídicas). 

O desequilíbrio entre as três dimensões tem consequências desastrosas. Quanto à primeira dimensão, é preciso dizer que o estudo aprofundado de todo o programa de um concurso é quase sempre impossível. Portanto, não tenha medo de ser superficial. De nada adianta dominar um tópico e não ter conhecimento algum sobre os outros. Claro que você deve aprofundar seus conhecimentos, mas desde que de maneira uniforme. 

Outra observação: não fazer questões é um erro! Repito: é um erro! Não consigo vislumbrar a aprovação em um concurso público com remuneração acima de R$ 4.000,00 sem que o candidato resolva questões de provas anteriores exaustivamente. Por fim, ler as normas é absolutamente necessário, pois muitas questões cobram literalidades.

Guto Bello

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

E-Book com questões sobre a Lei Orgânica do MPU

Foi publicado o edital para o concurso do MPU. Recomendo aos que prestarão o concurso que adquiram o e-book "Lei Orgânica do Ministério Público da União: em Exercícios com Gabarito Anotado", de minha autoria. 

Alerta sobre o uso de ritalina

Aos concurseiros que gostam de utilizar drogas para melhorar o rendimento nos estudos, vai um alerta sobre a ritalina: "Ocorre que essa droga pode trazer dependência química, pois tem o mesmo mecanismo de ação da cocaína, sendo classificada pela Drug Enforcement Administration como um narcótico" (leia mais). 

A droga deve ser utilizada somente com prescrição médica e caso a pessoa realmente tenha TDAH. Há notícias de que alguns médicos estão prescrevendo ritalina sem avaliação criteriosa do paciente. 

Acho que isso é um problema muito grave que em breve terá de ser tratado pelas autoridades, por dois motivos: 1) trata-se de uma droga; 2) se de fato ela tem o efeito positivo nos estudos que as pessoas dizem ter, então o seu uso quebra a isonomia nos concursos. 

Não sei bem qual seria a saída. Não sei se seria viável o exame antidoping em concursos. Sei que há um problema nisso e precisamos pensar numa solução. Se você tem diagnóstico de TDAH, tudo bem. Mas se não tem, reflita se vale a pena mesmo utilizar ritalina para melhorar o rendimento nos estudos.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Site ConcursoLivre está no ar

Há algum tempo tenho observado que é possível estudar para concursos com materiais gratuitos disponíveis na internet. Se isso ainda não for plenamente possível, em breve será. Encontram-se vídeos (youtube), textos (html, pdf, doc), apresentações (ppt), mapas mentais e legislação comentada. As fontes são as mais diversas possíveis: órgãos públicos, universidades, cursos preparatórios, professores e até mesmo os concurseiros. Não me refiro a materiais pirateados, mas aos que são publicados na rede pelos próprios autores. 

Porém, ocorrem dois problemas. O primeiro é que esses materiais estão dispersos e desorganizados na rede. O segundo é que o concurseiro tem dificuldade para aferir a qualidade, separar o joio do trigo. Imagine então um sistema web que reúna, em um mesmo ambiente, estruturado por disciplinas e tópicos, links sugeridos pelos usuários para materiais disponíveis na internet e também avaliados pela comunidade. Imaginou? Foi Lançado no início de agosto o site www.concursolivre.com.br, que tem exatamente essa proposta. 

Por exemplo, suponha que você queira estudar o tópico Direitos Fundamentais (Direito Constitucional). Então, você fará login no sistema e navegará numa árvore até chegar ao tópico desejado. Ao clicar no tópico o sistema mostrará uma lista de links já cadastrados, ordenados de acordo com avaliações feitas pelos outros usuários. Você mesmo poderá contribuir informando links para materiais interessantes que você tenha encontrado na internet. 


terça-feira, 11 de junho de 2013

Lei dos Concursos entra em pauta na CCJ do Senado

Associação Nacional de Defesa e Apoio aos Concurseiros - Andacon convida seus associados e demais interessados na defesa do concurso público para que compareçam amanhã, quarta-feira (12/06/2013), às 10h, à Reunião da CCJ do Senado Federal, que será realizada na Sala de Reuniões nº 3, da Ala Senador Alexandre Costa, no Anexo II do Senado Federal, pois consta como primeiro item da pauta o Projeto de Lei do Senado nº 74 de 2010 (PLS 74/2010), que regulamenta os concursos públicos.  A matéria tramita em caráter terminativo na CCJ. Aprovada, seguirá para a Câmara dos Deputados.

É de fundamental importância a mobilização dos concurseiros em prol da aprovação da lei dos concursos pois, em alguns setores, há movimentação pelo enfraquecimento do concurso público como mecanismo de seleção daqueles que ocuparão cargos públicos. A presença de concurseiros no plenário da CCJ demonstrará o nosso engajamento na luta pelo aperfeiçoamento do concurso. 

A Andacon participou muito ativamente dos trabalhos de elaboração do projeto, com reconhecimento inclusive do próprio Relator Rodrigo Rollemberg, que em seu relatório assim manifestou-se:

"Além disso, foi realizada importante coleta de opiniões na sociedade civil, em audiência pública, realizada em 30 de agosto de 2012, a qual contou com a participação de especialistas em concursos públicos, instituições organizadoras e também da Associação Nacional de Defesa e Apoio aos Concurseiros (Andacon), entidade que atua na defesa dos candidatos de concursos públicos – que prestou valiosa contribuição na elaboração deste projeto."

Segue abaixo o link com o texto integral da matéria. Uma observação: as considerações do parecer abaixo fazem referência ao texto inicial do projeto, que será substituído pelo novo texto, apresentado ao final do parecer (ler a partir da pág. 9 do arquivo).


Guto Bello
Presidente da Andacon

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Absurdo no Concurso para Gestor Governamental

O novo edital para Gestor Governamental, publicado hoje (07/06), prevê que mais de 30% da nota final do concurso será para a prova de títulos (200 pontos em 660 totais). Os títulos considerarão os títulos propriamente acadêmicos e também a experiência profissional. 

Há um evidente direcionamento do concurso. O peso estabelecido para a prova de títulos é exagerado e vai impedir que qualquer pessoa que não tenha os títulos consiga aprovação no concurso. Para que se tenha ideia do absurdo, em provas para a magistratura o percentual atribuído aos títulos é de 10% (Res. CNJ 75/2009). Considerando que o número de pessoas a serem convocadas para a prova de títulos será muito grande (750), de fato ficará difícil passar no concurso sem os títulos. 

Agindo dessa forma, o Governo está, por uma via transversa, criando requisito para exercício em cargo público que não goza de previsão em lei. A prova de títulos é constitucional. Mas considerando o quanto está acirrada a disputa, atribuir 30% aos títulos é eliminar os candidatos que não tenham título. Não é esse o propósito constitucional ao prever a prova de títulos. Ora, se a experiência acadêmica e profissional é tão relevante assim, o candidato terá a chance de demonstrar isso nas provas objetivas e discursivas. Diga-se de passagem que a prova discursiva também está com um peso muito grande (260 em 660 pontos totais.

Como Presidente da Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon, no fim de semana, estudarei os meios e os argumentos para que impugnemos o edital administrativa e judicialmente. Aos que quiserem dar opiniões sobre o tema peço que enviem uma mensagem para augustobelloneto@gmail.com.

Guto Bello

domingo, 2 de junho de 2013

Pesos das disciplinas em provas do Cespe

O Cespe não costuma divulgar o número de questões por disciplina em seus editais, o que é muito ruim.  Eu fiz um levantamento sobre os pesos das disciplinas em 7 (sete) provas recentes para analista judiciário, área judiciária. Esse é um critério que costumo recomendar para distribuir o tempo de estudo disponível.  O levantamento é útil para quem está numa preparação de longo prazo para a área judiciária. A minha sugestão é que, antes do edital, o candidato foque seus estudos nas oito primeiras disciplinas.

Vejam os resultados:


Guto Bello

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Escrivão e Delegado da PF - Planilhas para Distribuição do Tempo de Estudo

Preparei mais duas planilhas para auxiliar na distribuição do tempo total de estudo. Desta vez os concurso sem foco são o de Delegado e o de Escrivão da PF 2013. Planilha para distribuição do tempo de estudo - Escrivão PFPlanilha para distribuição do tempo de estudo - Delegado PF Para quem quiser entender melhor o critério de distribuição de tempo que utilizo, recomendo a leitura do seguinte texto: Como distribuir o tempo de estudo.

Guto Bello

sexta-feira, 3 de maio de 2013

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Coaching para o TCU

O Presidente do Tribunal de Contas da União - TCU autorizou a realização de concurso para o cargo de Auditor Federal de Controle Externo (AUFC), especialidade Controle Externo (CE), orientação Auditoria Governamental. É provável que o edital saia em um mês e o concurso seja realizado em agosto. A seguir o quadro de vagas:

Distrito Federal - 19
Amapá - 2
Amazonas - 2
Mato Grosso - 2
Pará - 2 
Rondônia - 2.

A quem possa interessar, estou oferecendo o serviço de coaching para o concurso do TCU. Fui técnico e auditor do TCU (aprovado em 11o no concurso de 2006) e atualmente sou consultor legislativo do Senado Federal (aprovado em 2o lugar no concurso de 2008), na área de orçamentos. Sou formado em estatística, pela UnB, e em direito, pela Faculdade Processus. O serviço será prestado juntamente com a Andreia Bello, que é formada em economia, pela UnB, e é auditora do TCU (aprovada em 7o lugar no concurso de 2008). O coaching envolve as seguintes atividades:

  • diagnóstico inicial com utilização de questionários para traçar o perfil do candidato, simulados iniciais de todas as matérias com validação estatística dos resultados (amostragem sistemática e com número de questões suficiente para garantir estatísticas fidedignas sobre o desempenho) e correção de redação inicial;
  • proposta de metodologia de estudos de acordo com o perfil do candidato, resultados iniciais obtidos, segundo um critério de distribuição de tempo de estudo que considera o tempo total disponível, pesos prováveis das matérias e conhecimento demonstrado pelo candidato nos simulados iniciais;
  • compartilhamento de planilha na internet para relatório e acompanhamento dos estudos, de acordo com as três perspectivas de estudo: teoria, questões, leitura das normas;
  • correção de 16 redações (os temas serão propostos e as redações corrigidas, quanto ao conteúdo, diretamente pelos coaches; quanto ao português as correções serão feitas por professores de português de acordo com critérios do Cespe);
  • reuniões virtuais mensais pelo hangout do google ou skype;
  • contatos por email para resolução de dúvidas quanto à metodologia de estudos;
  • indicação de materiais;
  • simulados para monitoramento do estudos.


Aos que desejarem maiores informações, peço que enviem um email para augustobelloneto@gmail.com.

Autorização



S E C R E TA R I A - G E R A L



INSTITUTO SERZEDELLO CORRÊA

EDITAL No1, DE 29 DE ABRIL DE 2013
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO




O Instituto Serzedello Corrêa (ISC) torna pública a autorização do Presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) para a realização de concurso público para provimento de 29 cargos vagos de Auditor Federal de Controle Externo (AUFC), especialidade Controle Externo (CE), orientação Auditoria Governamental, bem como das vagas decorrentes de eventuais vacâncias ocorridas até a publicação do edital de resultado final da primeira etapa do concurso público, observado o interesse da Administração.


As vagas serão distribuídas da seguinte forma: 19 (dezenove) no Distrito Federal, 2 (duas) no Amapá, 2 (duas) no Amazonas, 2 (duas) no Mato Grosso, 2 (duas) no Pará e 2 (quatro) em Rondônia.

As normas de realização do concurso serão divulgadas no edital de abertura de inscrições.

ADRIANO CESAR FERREIRA AMORIM
Presidente do Concurso

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Lançamento de Livro de Questões para o Concurso do MPU

Lancei nesta semana um livro com questões sobre a Lei Orgânica do Ministério Público da União. O livro traz mais de 1.000 questões no formato Cespe, com breves comentários. Será um bom material para ajudar na memorização da Lei. Aos primeiros concurseiros que adquirirem a obra será oferecido desconto de 20%. Para isso, é necessário utilizar o cupom "FACEBOOK_MPU" ao fechar a compra no site da Editora. São mais de 1.000 exercícios sobre a LC 75/1993.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Planilhas para Distribuição do Tempo de Estudo - MPU

Sempre utilizei um critério muito simples para distribuir o meu tempo total de estudo entre as matérias previstas em um concurso. As premissas são as seguintes: estudo mais o que sei menos; estudo mais o que cai mais. Ao menos intuitivamente os bons concurseiros fazem isso. A diferença é que eu montei um modelinho matemático/probabilístico (se é que posso dizer isso!). O resultado é uma planilha que propõe uma distribuição do tempo de estudo. Aos que desejarem entender um pouco mais o meu critério de distribuição do tempo total de estudo, sugiro a leitura do seguinte texto: 
Como Distribuir o Tempo Total de Estudo

Preparei as planilhas para o concurso do MPU (analista e técnico): 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Lei Orgânica do MPU Colorida Gratuita



Clique aqui para fazer download do arquivo.

Para quem vai fazer o concurso do MPU, coloco à disposição a Lei Orgânica do MPU numa versão com fundo colorido para utilização em dispositivos eletrônicos. O estudo para concursos públicos exige compreensão dos conteúdos estudados e capacidade de memorização. Nas disciplinas jurídicas, a leitura das normas torna-se imprescindível. Mas não basta ler. É preciso ler e memorizar. Esse é o desafio!

A maioria dos textos que utilizamos para estudar são em preto e branco. Eu tive a experiência de colorir diversas normas, tais como a Constituição Federal, os Códigos Civil e de Processo Civil, dentre outras, para fazer a leitura em dispositivos eletrônicos. A ideia é simples, mas bastante interessante. Consiste em aplicar uma cor diferente ao fundo de cada parágrafo do texto. As cores não têm significado, mas tornam a leitura menos enfadonha e provocam estímulos que parecem favorecer a memorização. Não tenho nenhuma comprovação científica para isso. Trata-se de puro empirismo.

Guto Bello

Outras normas coloridas: