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Totus

terça-feira, 11 de junho de 2013

Lei dos Concursos entra em pauta na CCJ do Senado

Associação Nacional de Defesa e Apoio aos Concurseiros - Andacon convida seus associados e demais interessados na defesa do concurso público para que compareçam amanhã, quarta-feira (12/06/2013), às 10h, à Reunião da CCJ do Senado Federal, que será realizada na Sala de Reuniões nº 3, da Ala Senador Alexandre Costa, no Anexo II do Senado Federal, pois consta como primeiro item da pauta o Projeto de Lei do Senado nº 74 de 2010 (PLS 74/2010), que regulamenta os concursos públicos.  A matéria tramita em caráter terminativo na CCJ. Aprovada, seguirá para a Câmara dos Deputados.

É de fundamental importância a mobilização dos concurseiros em prol da aprovação da lei dos concursos pois, em alguns setores, há movimentação pelo enfraquecimento do concurso público como mecanismo de seleção daqueles que ocuparão cargos públicos. A presença de concurseiros no plenário da CCJ demonstrará o nosso engajamento na luta pelo aperfeiçoamento do concurso. 

A Andacon participou muito ativamente dos trabalhos de elaboração do projeto, com reconhecimento inclusive do próprio Relator Rodrigo Rollemberg, que em seu relatório assim manifestou-se:

"Além disso, foi realizada importante coleta de opiniões na sociedade civil, em audiência pública, realizada em 30 de agosto de 2012, a qual contou com a participação de especialistas em concursos públicos, instituições organizadoras e também da Associação Nacional de Defesa e Apoio aos Concurseiros (Andacon), entidade que atua na defesa dos candidatos de concursos públicos – que prestou valiosa contribuição na elaboração deste projeto."

Segue abaixo o link com o texto integral da matéria. Uma observação: as considerações do parecer abaixo fazem referência ao texto inicial do projeto, que será substituído pelo novo texto, apresentado ao final do parecer (ler a partir da pág. 9 do arquivo).


Guto Bello
Presidente da Andacon

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Absurdo no Concurso para Gestor Governamental

O novo edital para Gestor Governamental, publicado hoje (07/06), prevê que mais de 30% da nota final do concurso será para a prova de títulos (200 pontos em 660 totais). Os títulos considerarão os títulos propriamente acadêmicos e também a experiência profissional. 

Há um evidente direcionamento do concurso. O peso estabelecido para a prova de títulos é exagerado e vai impedir que qualquer pessoa que não tenha os títulos consiga aprovação no concurso. Para que se tenha ideia do absurdo, em provas para a magistratura o percentual atribuído aos títulos é de 10% (Res. CNJ 75/2009). Considerando que o número de pessoas a serem convocadas para a prova de títulos será muito grande (750), de fato ficará difícil passar no concurso sem os títulos. 

Agindo dessa forma, o Governo está, por uma via transversa, criando requisito para exercício em cargo público que não goza de previsão em lei. A prova de títulos é constitucional. Mas considerando o quanto está acirrada a disputa, atribuir 30% aos títulos é eliminar os candidatos que não tenham título. Não é esse o propósito constitucional ao prever a prova de títulos. Ora, se a experiência acadêmica e profissional é tão relevante assim, o candidato terá a chance de demonstrar isso nas provas objetivas e discursivas. Diga-se de passagem que a prova discursiva também está com um peso muito grande (260 em 660 pontos totais.

Como Presidente da Associação Nacional dos Concurseiros - Andacon, no fim de semana, estudarei os meios e os argumentos para que impugnemos o edital administrativa e judicialmente. Aos que quiserem dar opiniões sobre o tema peço que enviem uma mensagem para augustobelloneto@gmail.com.

Guto Bello

domingo, 2 de junho de 2013

Pesos das disciplinas em provas do Cespe

O Cespe não costuma divulgar o número de questões por disciplina em seus editais, o que é muito ruim.  Eu fiz um levantamento sobre os pesos das disciplinas em 7 (sete) provas recentes para analista judiciário, área judiciária. Esse é um critério que costumo recomendar para distribuir o tempo de estudo disponível.  O levantamento é útil para quem está numa preparação de longo prazo para a área judiciária. A minha sugestão é que, antes do edital, o candidato foque seus estudos nas oito primeiras disciplinas.

Vejam os resultados:


Guto Bello